Dia 6 – Vogel e Lago Bohinj ❄️⛄️

Dia 6 – Vogel e Lago Bohinj ❄️⛄️

Karina Fernandes

Karina Fernandes rated ★ 10/10

❄️ Dia 6 – Vogel e Lago Bohinj O dia começou com uma ótima surpresa: o café da manhã do “hotel fantasma” 🍳✨ Era extremamente completo — frutas variadas, pães, queijos, presuntos, iogurtes, sucos. Ofereceram para fazer ovos na hora. Tinha até opção de espumante com suco. A única coisa mais simples era a máquina de café, que não era das melhores. Mas, no geral, foi excelente. Pedimos sugestões do que fazer em Bled, e as moças do hotel foram muito simpáticas. Escolhemos começar pelo Vogel Ski Resort. Vogel é uma montanha famosa para esqui e snowboard, mas fomos apenas para visitar. Inclusive, éramos praticamente os únicos no teleférico que não estavam indo para praticar esporte — subimos só para curtir a vista e a neve 🚡❄️ Lá em cima, parecia uma vila alpina. Conversamos com uma família britânica com crianças brincando e fazendo bonecos de neve. O clima era bem de filme. (Houve uma pequena discussão sobre dançar ou não a música de Frozen 😅) Vogel fica às margens do Lake Bohinj. Vimos o lago lá de cima e depois mais de perto. Era bonito, mas não tão impressionante quanto o Lago de Bled. Tínhamos a opção de ir até a Cachoeira Savica, mas decidimos não ir. Depois de curtir a neve e a paisagem por um tempo, voltamos para Bled para continuar explorando a região. Foi um dia de montanha, neve e clima alpino — bem diferente do que vínhamos vivendo até então. ❄️✨ Lago de Bled e a trilha inesperada Depois de voltar de Vogel para Bled, paramos para um café rápido no restaurante de um ginásio 🏒☕ Havia pessoas treinando patinação no gelo, e Victor ficou com muita vontade de patinar. Lá dentro vimos um uniforme assinado de Anže Kopitar, jogador da NHL do Los Angeles Kings, que já foi All-Star e é esloveno. Um detalhe inesperado e bem interessante. Depois seguimos para o Lake Bled com a intenção de pegar o barquinho até a ilha no centro do lago — um dos passeios mais clássicos da região 🚣‍♂️ Segundo o Google, o último barco saía às 17h. Eram cerca de 15h quando chegamos. Parecia tranquilo. Mas quando chegamos ao píer, vimos o barco se afastando — era o último do dia. Chegamos às 15h02. O último saía às 15h, não às 17h. Perdemos por dois minutos. Decidimos que tentaríamos no dia seguinte (spoiler: também não deu certo 😅). Como alternativa, resolvemos fazer a trilha para os mirantes panorâmicos do lago. A descrição dizia algo como “15 minutos”. Parecia simples. Não era. A trilha era curta, mas extremamente íngreme. Havia três mirantes no percurso. No início, inclusive, passamos direto pela entrada do primeiro e nem percebemos. A subida exigiu bem mais do que imaginávamos. Mas a recompensa estava lá em cima. 🌄 A trilha, a vista e o jantar em Bled Durante a trilha panorâmica do Lake Bled, Karina pensou em desistir várias vezes 😅 A subida era muito mais íngreme do que parecia na descrição. Mas como já estávamos no meio do caminho, seguimos. Chegamos ao segundo mirante — mais uns 15 minutos de subida — e valeu completamente a pena. Não tinha absolutamente ninguém lá em cima. Ficamos só nós dois, em silêncio, com aquela vista clássica do lago, a ilha no meio e o castelo ao fundo. Parecia a imagem da televisão da LG que temos em casa. Foi especial. Na descida, percebemos que tínhamos passado direto pela entrada do primeiro mirante. Então resolvemos subir de novo também. Encontramos uma moça finlandesa muito simpática com uma Border Collie 🐶 (que nos fez lembrar dos nossos cachorros). Conversamos um pouco, brincamos com a cachorrinha e seguimos até o mirante. Mais uma vista linda, mais um momento tranquilo. Voltamos para a cidade já com fome. 🍜 Jantar inesperado Escolhemos um restaurante asiático em Bled. Pedimos: • Vinho laranja (vinho típico da região da Slovenia) • Uma cerveja para Victor • Dumplings de entrada (excelentes) • Frango com molho curry para dividir (sensacional) O garçom ainda trouxe uma pequena entrada cortesia. De sobremesa, não resistimos e pedimos novamente a clássica torta de Bled (kremšnita). No restaurante, inicialmente só estávamos nós. Depois chegou um casal — um brasileiro e um indiano que moravam juntos na França. E, por coincidência, a garçonete era brasileira também. O marido dela foi trabalhar na Eslovênia com eletrônicos, ela trabalhava no restaurante e os filhos estudavam ali. Foi uma noite curiosa, com encontros inesperados e ótima comida. Voltamos satisfeitos para o hotel depois de um dia fisicamente desafiador, mas muito recompensador. ✨

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